Crítica – Quarta temporada de La Casa de Papel (sem spoilers)

A quarta temporada de La Casa de Papel estreou e já maratonamos. A série deu continuidade a uma terceira temporada insana e criada pela Netflix. Assim como a terceira, a quarta temporada é original Netflix.

A série espanhola foi comprada pelo Netflix e só havia originalmente duas temporadas e se encerrado alí, mas a contratação dos roteiristas pelo Netflix fez ascender uma chama perigosa. Será que valeria a pena continuar uma série tão boa? E valeu cada centavo. A quarta temporada é tão boa quanto a terceira e cheia de reviravoltas brilhantes e chocantes. Cada episódio que passa, você se pergunta como o professor e companhia irão se safar dos perigos que apareceram.

A quarta temporada se inicia no exato momento em que a terceira temporada terminou. E, Rio, Denver, Tóquio, Helsinki e terão bastante desafios.

E muito mais que as boas idéias sobre o roubo, o que mais chama atenção na série é a forma que os personagens se desenvolvem, mas nessa temporada a missão moral/social da trupe de Dalí estando um pouco ausente. A nova temporada é recheada de plot twists maravilhosos.

A apresentação de um novo vilão e de novos personagens na equipe muda a forma que as coisas andam e como elas se resolvem.

O melhor de La Casa de Papel é saber aproveitar cada um dos personagens e atrair o telespectador para um clímax com grandes atos e ganchos fortes.

No entanto, o foco as vezes se perde na maioria dos episódios da quarta temporada porque a série foca bastante no emocional dos personagens e isso nem é uma coisa ruim, é um tanto brilhante. Mas, isso só é possível devido a tudo o que vimos antes nas temporadas anteriores de La Casa de Papel. Sem isso, não sentiríamos o drama e a aflição que essa quarta temporada nos passa.

E se vc odiava o Arturito nas temporadas anteriores, nessa temporada ele se supera.

As quatro temporadas de La Casa de Papel está no catálogo do Netflix.

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