Inevitavelmente Ozark se assemelha à Breaking Bad, esse fato poderia ser bastante explorado para ganhar os fãs de Heisenberg, mas apesar das semelhanças em sua estrutura Ozark se distancia e consegue criar sua própria identidade!

Mark Byrde (Jason Bateman) não é Walter White, e isso é muito positivo.

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Depois do avassalador season finale da primeira temporada, partimos exatamente dos estragos causados pelas ações dos Snell. A trama principal se baseia na aprovação do cassino diante das autoridades americanas e sobre o conflito complexo entre o cartel e os Snell, que tem que ser mediado pela família Byrde.

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As tramas paralelas conseguem dar emoção e tensão ao se enrolar com a principal, todas as possibilidades externas à trama principal são problemas que surgem a todo episódio, fazendo com que a série não seja tediosa. O grande problema são muitas dessas ameaças que não se cumprem e acabam não levando a nada ou a um problema simplório demais.

Ao mesmo tempo a trama de Ruth Langmore (Julia Garner) é fascinante, assim como na primeira temporada, ficamos vidrados para ver o desenrolar dos Langmore e o final é bastante satisfatório. Vale um destaque também para Wendy Byrde (Laura Linney) que ganhou bastante poder e espaço nos interesses da família e na relação junto ao cartel, o que pode ser mais uma área a ser explorada no decorrer da história.

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Erros e acertos

Ozark acerta muito mais do que erra, trazendo mais uma ótima temporada. O núcleo dos Snell se mostrou bastante promissor e deve trazer novas ameaças em uma próxima temporada. O engajamento na trama não nos deixa querer perder nada, posso afirmar que a vontade de ver mais um episódio não para até o season finale que já deixa vestígios do que virá em uma próxima temporada.

A 3ª temporada já foi confirmada pela Netflix!

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Confira o trailer da 2ª temporada: