Clube do Livro | Stranger Things: As Raízes do Mal

Sinopse: Em plena década de 1960, os Estados Unidos estão passando por profundas mudanças políticas e sociais, e Terry Ives, estudante de uma cidadezinha em Indiana, se vê à parte dos acontecimentos. Cansada de ser uma mera espectadora das mudanças à sua volta, ela enxerga sua grande chance de entrar para a história ao se voluntariar para participar de um projeto ultrassecreto do governo chamado MKULTRA, realizado no laboratório de Hawkins. É lá que ela conhece o dr. Martin Brenner, um homem cruel capaz das maiores atrocidades para alcançar seus objetivos. Terry logo se vê presa em uma trama repleta de manipulações e perigos, travando com Brenner uma guerra em que a mente humana é o campo de batalha. E sua única chance de vitória reside em uma menininha com poderes sobre-humanos e um número no lugar do nome.

Nota: ★★★☆☆

A série Stranger Things Já é considerada uma das melhores séries já criadas. Ela apela pela nostalgia de nós, nerds dos anos 90/80. Cheio de RPG, referência a games e cultura geek, a série também trás o sobrenatural e o suspense para a pacata cidade de Hawkins.

No entanto, não podemos dizer o mesmo do livro. Com uma ótima premissa e um ótimo universo nas mãos, a autora Gwenda Bond não conseguiu trazer a tona tudo o que Stranger Things tem.

O livro conta a história da mãe da Onze (Eleven) e do doutor que fez experiências com ela.

E sim, é óbvio que a forma de se escrever para a TV é diferente da forma que se escreve um livro. Mas, foi aí que o livro perdeu. Ele não consegue se igualar a série, mas também não consegue ter uma identidade própria. O que me lembrou bastante uma fan-fic.

O livro é escrito por uma autora de livros infantis e juvenis, mas não me convenceu muito. Apesar de sabermos diversos fatos sobre a série, determinadas coisas são só jogadas alí e pronto.

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