Pra voltar a escrever com o pé direito (ou quase isso) aqui no site. Escolhi, pra sair do hiato, a “polêmica” do Miracleman, mas não só pelo fato dele ter sido “Marvelman” antes disso! Rs
Ok, deixa eu explicar melhor:

Agora vamos falar do Brasil, onde o título não foi cancelado e passou a ser desenhado pela equipe da Rio Gráfica Editora, que por incrível que pareça, era um dos mais bem sucedidos gibis da editora, sendo distribuído mensalmente. O Marvelman também era publicado neste mesmo gibi, mas foi renomeado para Jack Marvel.

Mick-Anglo
Resumindo: Marvelman na Inglaterra, Miracleman nos EUA e Jack Marvel no BR. Entendido isso continuamos com o post normal.
Em 1982, um tiozão barbudo, gente fina, britânico também e muito genial, resolveu reviver Marvelman, porém com uma temática mais sombria (AVÁ) que distorcia completamente a imagem ingênua de outrora. Ou seja, de Superman ele virou Batman. E sim, eu estou falando do Alan Moore, aquele véião da por*@!Miracleman_1_Preview_3
E uma curiosidade é que, antes dele usar essa temática em Watchmen (1986), ele usou em Marvelman quatro anos antes (1982).
Mas como nem tudo são flores, houve treta de direitos autorais e patrimoniais entre os autores que já teriam passado por Marvelman. Perceberam que Marvel ainda não entrou na história? Pois bem…rs
Toda essa “treta de direitos autorais”, fez com que o título saísse de circulação… de novo! Mas em 2009, advinha?!
A MARVEL COMICS adquiriu TODOS os direitos desse super herói. Em 1989 e 1990 no Brasil, a editora Tannos publicou a versão escrita por Alan Moore, e essa reinvenção de Moore, vem sendo publicada no Brasil desde 2013 pela Panini Comics, numa coleção muito incrível que a bellinha recomenda. 🙂

Até mais e obrigada pelos peixes!!!