Uma série que parece ser totalmente produzida em fundo verde. Get Down traz a nostalgia e lembrança da apaixonante série que gostamos: Todo Mundo Odeia o Chris, diante de sua ambientação em uma cidade de periferia e ambientada nos anos 80. Ela é muito bem produzida e não deixa a desejar em nada, a começar pelo seu elenco:Giancarlo Esposito (Gustavo Fring em Breaking Bad), além de Jimmy Smits, Kevin Corrigan e Jaden Smith.

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A nova série da maravilhosa Netflix é um acerto em vários pontos. Com um pegada Disco e iniciando o Rap, ela transcende entre estes dois universos de forma gostosa e contagiante de assistir – em alguns momentos me levantei e comecei a dançar junto.

A Get Down traz vários pontos fortes da Netflix, que já mostrou algumas de suas habilidades já na primeira temporada da Narcos. “Mas, ué, como assim Narcos, se lá no começo você citou Todo Mundo Odeia o Chris?” Isso mesmo, meus queridos: A Get Down tem semelhanças com a série estrelada por Wagner Moura. Segue a lista:

  1. Drogas – Centro da história, a causa de toda discórdia, em ambas as séries;
  2. Brigas e mortes pelos donos do trafico – O que nos prende para o próximo episódio, claro! É o que gostamos de ver (brincadeira);
  3. A narrativa dos episódios – Tudo acontece vinculado à realidade: na Narcos, temos o Pablo Escobar, um personagem real; e, no Get Down, temos o condado do Bronx, no estado de Nova York, palco de vários acontecimentos reais retratados na série.

Como não há série sem história de amor, ainda que secundária, Get Down dá destaque à relação de Ezekiel(Justice Smith) e Mylene Cruz(Herizen Guardiola). Ainda que apaixonados por música e um pelo outro, vivem em brigas internas entre o amor e sonho de viver de música, seus conflitos pessoais, ambos sem apoio para seguirem sonhos ou novos caminhos. Tudo isso em meio às brigas de traficantes, gangues e a tentativa de sobreviver todos os dias.

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Não é difícil virar fã da Get Down: com apenas seis episódios e uma narrativa envolvente, a sua contextualização sobre a era disco, contando um pouco do universo da época – incluindo a dificuldade de fazer sucesso na música -, te transporta para os anos 80. Ela irá abrir sua mente para vários paradigmas e fazer você repensar os seus preconceitos: mostrando, por exemplo, como o grafite predominou naquele momento, através da história de Marcus “Dizzee” Kipling (Jaden Smith), quando ele ainda está se descobrindo o seu dom, seu talento e suas preferências.

Ela me conquistou tanto que parece ser uma verdadeira história, encaro tudo que passa ali como realidade. Espero que tenham gostado desta minha crítica sobre a série. Quem já assistiu, concorda? Quem não assistiu ainda, deu vontade? Depois de assistir, comenta aí o que achou e aproveita pra sugerir o próximo filme/série a ser analisado por nós do Nerd Tatuado!

 

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