Dirigido por Bryan Singer,  Apocalypse se passa dez anos após X-Men: Dias de Um Futuro Esquecido no ano de 1983 (Esqueçamos aquela Jean Grey do Confronto Final) e já começa mostrando o que aconteceu com Professor Xavier (James McAvoy), Magneto (Michael Fassbender) e Mística (Jennifer Lawrence), os protagonistas dos último e também desse filme, o filme tentar apresentar os novos personagens, Ciclope (Tye Sheridan), Noturno (Kodi Smit-McPhee), Tempestade (Alexandra Shipp) e a já citada Jean Grey (Sonsa Stark). A trama se passa pelo despertar de uma espécie de divindade mutante que adormeceu por séculos e agora depois de acordado resolve exterminar a raça humana, e cabe a essa turma de adolescentes escolher se vão apoiar Apocalipse ou entram em guerra contra ele e “Os Quatro Cavaleiros”.

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Repleto de efeitos especiais e explosões, parece ser um exagero pensar que o design de produção não levou à serio o que o diretor queria, que resume-se em ação, fazendo com que nos esqueçamos um pouco do mutante que mais parece que saiu da Alameda dos Anjos. Aparentemente, o roteiro parece corrido e tudo passa muito rápido e muitas vezes nem conseguimos entender o que tá se passando em qual ciclo. O filme passa boa parte do tempo explicando a trama que TODO mundo já conhece que já foi contada pelos antecessores, e pior, quando foge da trama, ele exagera nas explosões e destruições de cidades.

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Mesmo com tudo já mencionado aí em cima, X-Men: Apocalipse não é um filme ruim, não se compara ao fiasco do Quarteto Fantástico, mas deixa os fãs a desejar. Mesmo assim, o filme consegue ser melhor que O Confronto Final, mas qual dos X-Men não consegue não é mesmo?

O filme realmente se salva pelo rico elenco como Michael Fassbender e James McAvoy, Magneto e Prof. Xavier, respectivamente, o desempenho desses dois atores é fantastico. A apresentação do novo e cativante Noturno também nos deixa com um destaque a mencionar desse filme.

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X-Men: Apocalipse parece ser um filme que foi feito às pressas, tão às pressas, que você fica agoniado pra que termine, por que tudo parece corrido (Menos a parte do Mercúrio, que comento mais tarde), e nesse sentido ele acaba provando a teoria que o terceiro filme de uma trilogia sempre é o mais fraco, mas mesmo assim, não é um filme pra não assistir e deixar passar despercebido. Assista e tire suas conclusões, pois há uma pequena e ótima aparição do Wolverine na trama, e isso acho que todos nós sabemos. O que não sabemos é o porque dela existir, será Old Logan vindo aí? (Tem que esperar as cenas pós créditos pra ver).

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E Pedro, meu jovem, porque um filme de 2m53s?
Eu explico caro mutante azul, é porque a melhor cena de todo o filme, te faz acreditar que a partir dali a trama vai funcionar, porque tudo flui, efeitos sonoros, efeitos visuais, roteiro, humor e isso e essa cena é tão boa de assistir que nem parece tão rápida, você sabe qual é né? Claro que é a cena do Mercúrio. Não dá pra não falar dessa cena brilhante que envolve uma gigantesca explosão na Escola Xavier e ele salva todo mundo com uma versão de Sweet Dreamns do Eurythmics ao fundo e uma versão bem humorada e exagerada do papa-léguas mutante.

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E aí? Gostou? Odiou? Qualquer que seja sua opção, compartilhe, mate alguém do coração assim como eu fiz compartilhando pra todo mundo que adora um bom spoiler fora de hora. Aguardo vocês no meu próximo post! Abraço Jovens.
#PedroLordX

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