Dentre os famigerados animes disponíveis no Netflix, Zankyou No Terror (em inglês Terror in Resonance) é sem dúvida aquele item essencial no repertório de qualquer otaku. Ele se destaca pelo seu tema forte e narrativa suave, numa mistura de gênero policial, suspense e terror psicológico em que você vicia logo no primeiro episódio.

Vamos aos fatos: Zankyou no Terror se passa na atual Tóquio, onde a polícia investiga ataques terroristas devido a explosões de proporções catastróficas em locais importantes da cidade. Isso porque começam a surgir vídeos misteriosos na internet, em que dois adolescentes mascarados que se intitulam Sphinx (Esfinge) dão pistas da próxima explosão através de enigmas, desafiando as autoridades a desvendarem o quanto antes se quiserem evitar a próxima catástrofe. Esses adolescentes são Nine e Twelve (Nove e Doze respectivamente), jovens dotados de uma super inteligência que serão os algozes do detetive Shibazaki, policial designado para o caso.

O risco dos adolescentes aumenta ainda mais quando são testemunhados acidentalmente pela tímida Lisa Mishima, garota que após encontrar Nine e Twelve se depara com uma importante decisão: ficar calada quanto à identidade dos rapazes ou morrer. Nesse momento, ainda podemos dizer que Lisa é uma garota sortuda; essas duas opções existem por ela cair nas graças de Doze – o adolescente doce da dupla, ao contrário de seu parceiro Nove, extremamente racional e desprendido de sentimentos.

Zankyou no Terror é sobretudo um anime envolto de vários mistérios: o que motiva Nove e Doze a desafiar de tal forma as autoridades com ataques terroristas? Por que Lisa é tão tímida? Que traumas envolvem o passado de Shibazaki? Quem é o mocinho e quem é o vilão nessa história?

Esse anime curto de 11 episódios foi concebido nos estúdios MAPPA e leva a direção de Shinichiro Watanabe, responsável por produções como Cowboy Bebop e Samurai Champloo. Os desenhos ficam por conta de Kazuto Nakazawa e a trilha sonora nas mãos de Yoko Kanno. O tema de abertura fica a cargo de Yuuki Ozaki da banda Galileo Galilei com a envolvente melodia “Trigger”. Vale a pena conferir. Corre, antes que esse maravilhoso título também saia do catálogo do Netflix.

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Radialista formado se especializando em direção de arte. Sagitariano, sonhador levando a vida buscando paz, amor e um lugar ao Sol. Cinéfilo, aspirante a roteirista. Aquele otaku paulistano que vê animes nas horas vagas, lê mangás no transporte público e faz cosplays pra tirar uma onda. Geek por consequência. Sucesso é uma jornada, não um destino, tenha fé na sua capacidade, esse é meu lema.