Porque devemos consumir produções brasileiras

Produções brasileiras, por muitos anos, foram malvistas, de má qualidade, ou simplesmente: “Não vou ao cinema assistir filme brasileiro!”

Mas com a chegada dos canais de streaming, o fácil acesso a novas produções, investimentos (ainda baixos, mas investimentos). Tanto em produções de língua não inglesa, quanto as brasileiras estão vindo para mostrar que temos sim um audiovisual de qualidade que vai muito além das novelas.

Desde filmes premiados em festivais que qualquer cineasta do mundo iria querer participar, documentário que gerou discórdia e causou alvoroço ao ser indicado ao Oscar, séries que muita gente cancelou por ter uma youtuber no elenco, até um curta de tirar o fôlego com sua simplicidade e encantamento.

Hoje eu escrevo com orgulho do que nós produzimos com tão pouca valorização, pouco respeito e quase sempre com pouco entusiasmo de quem deveria ser o primeiro a querer consumir aquele tão suado produto.

Eu venho aqui dizer, que sim, devemos consumir as nossas produções de audiovisual. Séries, filmes, documentários, curtas, entre outros tantos. Devemos valorizar quem faz da nossa arte e cultura o seu trabalho, e do seu trabalho uma forma de nos trazer alegria, medo, amor, suspense, conhecimento, que nos permite viajar em um mundo ou até mesmo universo através da telona, tela ou telinha.

Consuma, experimente, se joga, se divirta, valorize o que temos de bom aqui.

Aqui segue uma pequena lista do quão podemos nos encantar com o que o jeitinho brasileiro pode fazer de bom:

– Bacurau (Telecine)

– Bom dia, Verônica! (Netflix)

– Pai em Dobro (Netflix)

– Democracia em Vertigem (Netflix)

– Coisa Mais Linda (Netflix)

– Ninguém tá olhando! (Netflix)

– Em nome de Deus (GloboPlay)

– Todas as mulheres do mundo (GloboPlay)

– Sob Pressão (GloboPlay)

– Umbrella https://youtu.be/Bl1FOKpFY2Q

– Mundo Mistério (Netflix)

– Tropa de Elite (Netflix)

– Cidade de Deus (Telecine)

– Deus é Brasileiro (Prime Video)

–  Minha mãe é uma peça (Telecine)